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18/01/2013 - 10h46m

Biofábrica deverá produzir 1 milhão de mudas por ano

Material será repassado a agricultores do semiárido para produção de forragens

Biofábrica deverá produzir 1 milhão de mudas por ano

Foto: Juliana Barros

Ascom Seagri
 
Os agricultores vão dispor, em breve, de uma Estação de Desenvolvimento e Difusão de Tecnologias Rurais do Sertão Alagoano, que será implantada pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri), em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).


Para isso, a Seagri já garantiu, junto ao BNDES, R$ 1,5 milhão para instalação de uma biofábrica dentro da Estação, composta por laboratório e estufa, para produção e multiplicação de sementes e mudas. “A unidade vai realizar pesquisa agropecuária e produzir sementes e mudas de palma forrageira, sorgo e leucena, que serão repassadas aos agricultores para composição dos bancos de forragens, além de mudas de árvores e frutas. Ao todo, esperamos produzir 1 milhão de mudas por ano”, destacou o secretário de Estado da Agricultura, José Marinho Júnior.


O material será repassado aos agricultores do semiárido e da Bacia Leiteira para produção de forragens. “É com forragens que eles podem garantir alimento para o gado no período de estiagem e, assim, conviver melhor com esse período, que é típico de nossa região”, completou Marinho.


“Por determinação do governador Teotonio Vilela, a Seagri está ao lado dos agricultores familiares, seja com programas de agregação de valor à produção, de inclusão produtiva, de abertura de mercado ou de difusão de tecnologia. Sabemos que a instalação dessa biofábrica vai trazer benefícios para o dia-a-dia das famílias do campo”, emendou o secretário.


Segundo ele, a instalação da biofábrica como parte da estrutura da Estação de Desenvolvimento e Difusão de Tecnologias Rurais do Sertão Alagoano, é uma ação estruturante de longo prazo para minimizar os efeitos das estiagens, uma vez que, com o repasse das sementes e mudas de palma e sorgo, os agricultores vão compor seus bancos de forragens. “Os recursos estão garantidos e demos início aos processos para instalação da unidade. Todas as obras deverão ser concluídas ainda este ano”, afirmou.


 “Estamos numa região suscetível a secas prolongadas, por isso, temos que aprender a conviver com elas. Uma das formas é com tecnologia e prevenção. No caso dos bancos de forragens, eles garantem alimento ao gado e, assim, o criador não precisa se desfazer de seus animais. O animal é um bem e uma fonte de renda para os produtores”, explicou José Marinho.

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