Reunião da cadeia produtiva do leite discute demandas e gargalos do setor
Produção, comercialização e qualidade do produto foram os temas em discussão durante o encontro.
Adriana Melo
O secretário interino da Agricultura, Jorge Dantas, participou, nesta segunda-feira, na sede da secretaria, da reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite e Derivados. Na pauta do encontro a apresentação do Ministério da Agricultura e Pecuária sobre o Serviço de Inspeção Federal (SIF); apresentação da proposta da Câmara Setorial para o novo Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA), pelo Grupo Temático de qualidade, e instalação do Grupo Temático de Fomento à Produção e Comercialização.
Dantas destacou na reunião que a Câmara Setorial é um espaço importante para tratar de todas as questões referentes ao leite, a exemplo da qualidade, gargalos, mercados e etc. “Discutir a cadeia produtiva do leite é fundamental. Nas reuniões aparecerão muitas demandas, e é importante que elas sejam encaminhadas aos órgãos responsáveis”.
O superintendente federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento em Alagoas, João Batista Melo, fez a apresentação sobre o Serviço de Inspeção Federal (SIF). Em sua exposição, além de apresentar quantas e quais empresas têm SIF em Alagoas, onde elas se localizam e qual a captação diária de cada uma, fez uma retrospectiva e citou os fundadores da Bacia Leiteira alagoana e o trabalho que eles fizeram. “A Bacia Leiteira de Alagoas já foi referência. Precisamos retomar a nossa posição. Sem dúvida, nós temos a melhor genética”, disse.
O presidente da Câmara Setorial, André Ramalho, apresentou os resultados da reunião da Comissão Nacional da Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), realizada em junho, em Belo Horizonte/MG, onde foram apresentadas as ameaças e oportunidades do setor.
André frisou que tanto as ameaças quanto as oportunidades são comuns a todos os estados que participaram do encontro. Do Norte participou o Pará; do Nordeste participaram Alagoas, Bahia, Maranhão e Pernambuco; do Sudeste todos, do Centro Oeste: Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, e todos os estados do Sul.
Sobre a Câmara - A Câmara foi instalada no dia 2 de junho, pelo governador Teotonio Vilela Filho, e tem como prioridades realizar um diagnóstico aprofundado do setor; organizar a produção de lácteos em consonância com as demandas do mercado; implantar um programa de melhoramento genético; promover programas de capacitação e formação de mão-de-obra; discutir questões de assistência técnica, sanidade, além de crédito e financiamento.
Para realizar esses trabalhos, contará com o apoio de parceiros como o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural — administração regional de Alagoas (Senar/Ar/AL), Sebrae, Senai, Sesc, Instituto de Pesquisa Tecnológico, Embrapa e Universidades, entre outros. A próxima reunião está marcada para o dia 6 de outubro.
Dantas destacou na reunião que a Câmara Setorial é um espaço importante para tratar de todas as questões referentes ao leite, a exemplo da qualidade, gargalos, mercados e etc. “Discutir a cadeia produtiva do leite é fundamental. Nas reuniões aparecerão muitas demandas, e é importante que elas sejam encaminhadas aos órgãos responsáveis”.
O superintendente federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento em Alagoas, João Batista Melo, fez a apresentação sobre o Serviço de Inspeção Federal (SIF). Em sua exposição, além de apresentar quantas e quais empresas têm SIF em Alagoas, onde elas se localizam e qual a captação diária de cada uma, fez uma retrospectiva e citou os fundadores da Bacia Leiteira alagoana e o trabalho que eles fizeram. “A Bacia Leiteira de Alagoas já foi referência. Precisamos retomar a nossa posição. Sem dúvida, nós temos a melhor genética”, disse.
O presidente da Câmara Setorial, André Ramalho, apresentou os resultados da reunião da Comissão Nacional da Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), realizada em junho, em Belo Horizonte/MG, onde foram apresentadas as ameaças e oportunidades do setor.
André frisou que tanto as ameaças quanto as oportunidades são comuns a todos os estados que participaram do encontro. Do Norte participou o Pará; do Nordeste participaram Alagoas, Bahia, Maranhão e Pernambuco; do Sudeste todos, do Centro Oeste: Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, e todos os estados do Sul.
Sobre a Câmara - A Câmara foi instalada no dia 2 de junho, pelo governador Teotonio Vilela Filho, e tem como prioridades realizar um diagnóstico aprofundado do setor; organizar a produção de lácteos em consonância com as demandas do mercado; implantar um programa de melhoramento genético; promover programas de capacitação e formação de mão-de-obra; discutir questões de assistência técnica, sanidade, além de crédito e financiamento.
Para realizar esses trabalhos, contará com o apoio de parceiros como o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural — administração regional de Alagoas (Senar/Ar/AL), Sebrae, Senai, Sesc, Instituto de Pesquisa Tecnológico, Embrapa e Universidades, entre outros. A próxima reunião está marcada para o dia 6 de outubro.
